
No uso de minhas atribuições lido com pessoas, e com elas, preciso tomar decisões.
Nem sempre o que me é pedido pode ser concedido, o que parece muito claro para maioria das pessoas. Disse maioria porque alguns indivíduos acham que essa realidade deve ser aplicada aos outros e não a eles mesmos, e, ainda, que todos os seus desejos devem ser satisfeitos.
A figura da “lei” interditando o comportamento do sujeito parece que não foi bem fixado quando deveria (No período edipiano)…
A relação de desejo da mãe aliada ao desejo do filho encontra a barreira na figura do pai. O pai traz a mãe de volta ao leito matrimonial, enquanto que o filho desejante da mãe aprende a perceber que a luta contra esse rival é inócua. O pai representa o “não” que qualquer pessoa vai enfrentar pela vida. Nem todo comportamento pode ser admitido. O objeto de satisfação (mãe) está obstaculado por um comando.
O “menino”, em sentido psicanalítico, não gosta de ser contrariado. Fica vermelho, vocifera, altera a respiração, gesticula em excesso, chora, grita etc. No bebê e no adulto que não vivenciou eficientemente a lei que impõe o “não”.
Alguns percebem a função e motivação do “não”, outros ainda permanecem como bebês emocionais.
É “frustração”!
Tá certo que não é pra vir com histórias gramaticais, mas, neste caso, não se trata de gramática, mas de ortografia!
Então pode, né?
Erro meu!
Não digitei direito…
Já está corrigido Laura.
M.
Agora sim!