“As pessoas receptivas à influência da arte não lhes podem atribuir um valor alto demais como fonte de prazer e consolação na vida. Não obstante, a suave narcose a que a arte nos induz, não faz mais do que ocasionar um afastamento passageiro das pressões das necessidades vitais, não sendo suficientemente forte para nos levar a esquecer a aflição real”
FREUD, Sigmund. Mal-estar da cultura. ESB. 1996. p. 83.
