Homenagem à Machado de Assis.
Do sorriso inocente, encantador…
Dos olhos oblíquos, dissimulados…
Paulatinamente agregam,
Quinhão por quinhão,
Os afetos, os sonhos, as aspirações.
Os meninos, os homens, caindo nas ondulações
dos seus cabelos.
Meiga, visando o chão e o céu…
Olhos em fogo!
Pele sedosa, aspecto de anjo…
Arrebatadora como sua alegria,
Dá júbilo só de ver.
Com perfumes só dela,
Com o toque só dela,
Com o beijo só dela…
Algumas mulheres são dotadas, como só elas,
A parecerem tempestades humanas.
Magníficas, maravilhosas, mas que ninguém consegue,
Ainda que queira, sobreviver ao lado
Para sempre…
Rosas soberbas!
Teus nomes: Espinhos!


Pobre Capitu… Julgada pela imagem que outro contou sobre ela!…
Impressionou-me que, apenas tecendo elogios, construiu-se a imagem de uma mulher com a qual pouco se recomendaria um relacionamento – o que não me parece ser elogioso.
Parabéns pelo texto.