Só pode ter sido uma aposta…

18 07 2009

chewbacca

Alguém deve ter perdido uma aposta!





Sorrir é a saída?

18 07 2009

sorriso

Um bálsamo para a alma certamente é um bom sorriso!

Acompanhado certamente é muito melhor!!!





Mais palavras do mestre…

17 07 2009

diabinho_e_anjinho

Na luta entre id e superego quem perde é sempre o coitado do “ego”. Por outro lago o ego não existiria, como o conhecemos, não fosse a dita batalha… O superego, pelo seu articulador metapsicológico:

“O superego é para nós o representante de todas as restrições morais, o advogado de um esforço tendente à perfeição – é, em resumo, tudo o que pudemos captar psicologicamente daquilo que é catalogado como o aspecto mais elevado da vida do homem. Como remonta à influência dos pais, educadores, etc., aprendemos mais sobre o significado se nos voltarmos para aqueles que são sua origem. Via de regra, os pais, e as autoridades análogas a eles, seguem os preceitos de seus próprios superegos ao educar as crianças. Seja qual for o entendimento a que possam chegado entre si o seu ego e o seu superego, são severos e exigentes ao educar os filhos. Esquecem as dificuldades de sua própria infância e agora se sentem contentes por identificar-se eles próprios, inteiramente, com seus pais, que no passado impuseram sobre eles restrições tão severas. ” 1

1. FREUD, S. Novas conferências introdutórias sobre Psicanálise. Rio de Janiero: Imago. 1996. p. 72.





Friedrich Nietzsche e o auto-conhecimento e ausência de si…

12 07 2009

Nietzsche

O filósofo Friedrich Nietzsche é um dos pensadores mais controversos da humanidade. Por certo a figura do Zaratrusta é uma auto-referência de “profeta” da boa nova, que, por sua natureza, não é entendida por seus pares. Evidentemente o profeta fica isolado. Assim se sentiu Nietzsche por querer dar uma moral “positiva” para a humanidade.

Quanto ao “auto-conhecimento” que está necessariamente, para o filósofo, imbricado para atingir essa moral, tem o seu foco oculto do próprio homem.

“Nós, homens do conhecimento, não nos conhecemos, de nós mesmos somos desconhecidos – e não sem motivo. Nunca nos procuramos: como poderia acontecer que um dia nos encontrássemos? (…)

Quanto ao mais da vida, as chamadas ‘vivências’, qual de nós pode levá-las a sério? Ou ter tempo para elas? Nas experiências presentes, receio, estamos sempre ‘ausentes’: nelas não temos nosso coração – para elas não temos ouvidos. Antes, como alguém divinamente disperso e imerso em si, a quem os sinos acabaram de estrondear no ouvido as dozes batidas do meio-dia, e súbido acorda e se pergunta ‘o que foi que soou?’ “. (1)

O referido alheiamento seria percebido como mais profundo que Nietzsche imaginava pois atinge não só o consciente das pessoas, mas também a relação inconsciente…

polifemo

Dom Quixote queria se tornar Odisseu, por isso em lugar de moinhos de vento só via Polifemo…

(1) NIETZSCHE, Friedrich. Genealogia da moral. Tradução, notas e posfácio de Paulo César de Souza. São Paulo: Companhia das Letras. 2008. p. 07.





Diógenes

10 07 2009

Diogenes

Do alto do seu poder Alexandre (O Grande) foi visitar um dos maiores filósofos de sua época: Diógenes. Ele se encontrava em sua residência (um barril), e viu Alexandre dizendo “Peça o que quiser que eu te darei!”

A resposta foi simples: “EU QUERO QUE VOCÊ SAI DA MINHA FRENTE, POIS EU QUERO VER O PÔR DO SOL…”

Na visão do filósofo, coisas simples são mais importantes que revoltas complicações do joguete social humano…





Mente Humana

23 06 2009
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Será que o ser humano conseguirá entender o seu processo mental completamente? Será que o seu funcionamento só pode ser entendido por algo mais “poderoso” que ele?





Baixa tolerância à frustração. Por Marcelino Lira

21 06 2009

proibido

No uso de minhas atribuições lido com pessoas, e com elas, preciso tomar decisões.

Nem sempre o que me é pedido pode ser concedido, o que parece muito claro para maioria das pessoas. Disse maioria porque alguns indivíduos acham que essa realidade deve ser aplicada aos outros e não a eles mesmos, e, ainda, que todos os seus desejos devem ser satisfeitos.

A figura da “lei” interditando o comportamento do sujeito parece que não foi bem fixado quando deveria (No período edipiano)…

A relação de desejo da mãe aliada ao desejo do filho encontra a barreira na figura do pai. O pai traz a mãe de volta ao leito matrimonial, enquanto que o filho desejante da mãe aprende a perceber que a luta contra esse rival é inócua. O pai representa o “não” que qualquer pessoa vai enfrentar pela vida. Nem todo comportamento pode ser admitido. O objeto de satisfação (mãe) está obstaculado por um comando.

O “menino”, em sentido psicanalítico, não gosta de ser contrariado. Fica vermelho, vocifera, altera a respiração, gesticula em excesso, chora, grita etc. No bebê e no adulto que não vivenciou eficientemente a lei que impõe o “não”.

Alguns percebem a função e motivação do “não”, outros ainda permanecem como bebês emocionais.





Frases do mestre da Psicanálise

31 05 2009

 

AUSTRIA FREUD ANNIVERSARY

“A questão fatídica para a espécie humana parece-me ser saber se, e até que ponto, seu desenvolvimento cultural conseguirá dominar a perturbação de sua vida comunal causada pelo instinto humano de agressão e autodestruição;
Talvez, precise precise com relação a isso, a época atual mereça um interesse especial. Os homens adquiriram sobre as forças da natureza um tal controle, que, com a sua ajuda, não teriam dificuldades em se exterminarem uns aos outros, até o último homem. “
FREUD, Sigmund. O Mal-estar da civilização.





Magra

17 05 2009
Anorexia

Anorexia

Lenine – Magra

Moça
Pernas de pinça
Alta
Corpo de lança
Magra
Olhos de corça
Leve
Toda cortiça
Passa
Como que nua
Calma
Finge que voa
Brasa
Chama na areia
Bela
Como eu queria
Magra, leve, calma
Toda ela bela
Tudo nela chama
Segue
Enquanto suspiro
Toda
Cor de tempero
Cheira
Um cheiro tão raro
Clara
Cura o escuro
Ela
Braços de linha
Dengo
Cheio de manha
Durmo
E peço que venha
Acordo
E sonho que é minha
Magra, leve, calma
Toda ela bela
Tudo nela chama
Moça
Pernas de pinça
Alta
Corpo de lança
Magra
Olhos de corça
Leve
Toda cortiça
Passa
Como que nua
Calma
Finge que voa
Brasa
Chama na areia
Bela
Como eu queria
Magra, leve, calma
Toda ela bela
Tudo nela chama
Segue
Enquanto suspiro
Toda
Cor de tempero
Cheira
Um cheiro tão raro
Clara
Cura o escuro
Ela
Braços de linha
Dengo
Cheio de manha
Durmo
E peço que venha
Acordo
E sonho que é minha
Magra, leve, calma
Toda ela bela
Tudo nela chama.





O retorno ao ego

24 04 2009

Introspectivo

A sociedade contemporânea precisa desesperadamente de barulho…

Corremos para todos os lados, e tudo precisa ser imediato. O prazer não pode ser limitado por nada e nem por ninguém. As festas precisam ser ilimitadas. Beber é pouco… O coma alcoólico é o objetivo.

E tudo isso por que?

Para não olhar para realidade interna e externa. O uso da droga é apenas um dos eventos de alheiamento qun nos oferecem. Qualquer tipo de adicto está ausente de si mesmo. O ser-eu extingue-se com o foco tirado do centro. Trabalhar, festejar, farrear, drogar são o mesmo se o objetivo é fugir de si mesmo.

odio

Novamente nos encontramos na esfera que o não-eu é justamente impeditivo para o altruísmo. O “Outro” é causa de espelhamento para o eu. A imagem pode não ser agradável de se ver. O que vemos no Outro é também espelho.

Por isso que em uma festa podem estar todos dançando e se divertindo coletivamente sós.