Ai, ai!!!

1 09 2008

Como é que algumas vezes conseguimos levantar da cama é umfato impressionante!

Não! Nãoestou falando de depressão ou qualquer patologia que o valha…

Estou falando dos perigos reais que a vida oferece.

Estupro, roubo, seqüestro, desemprego, inveja, etc E etc!!!

E simplesmente levantamos e vamos estudar e trabalhar como se nada disso fosse incomum!

Não me canso de ficar impressionado com o ser humano!

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5 09 2008
Laura Maciel Freire de Azevedo

Engraçado… Ano passado, eu escutei uma colega dizer uma coisa parecida, só que mais intimista, menos social…

Ela disse que detestaria se casar. Que não suportaria acordar todos os dias de sua vida e dar de cara com o mesmo homem. E ela demonstrou preferir mil vezes estar como estava: um aqui, outro ali, cada um de vez em quando… Variedade, sabe?

Realmente, é terrível você acordar e já lembrar imediatamente daquilo que mais detesta. Não é uma boa maneira de começar o dia.

Agora deu-me vontade de pegar como exemplo uma moeda (que, indiscutivelmente, é o objeto de maior valor “físico” ou “fático” que o ser humano tem: é com ela que ele adquire as coisas para si, ela é o referencial de valorização de outros objetos, ela é quem “classifica” o ser humano dentro da sociedade etc). Engraçado ela ter dois lados, mas a gente só olha para um, que é o que relamente nos diz o que mais nos interessa: o valor que ela tem. É por isso que se chama “coroa”, é onde está, por assim dizer, a “nobreza” do objeto a que chamamos de moeda. A cara? Olha, tem gente que nem sabe quem é aquela “estátua” ali cunhada ou impressa! Que nos interessa a cara? Tanto é desinteressante que fica no “anverso” do objeto!

Quem é que se importa com a cara???

Se bem que… não importa se você recebe ou entrega a moeda mostrando a cara ou a coroa… Ela tem o mesmo valor… Você é quem deu importância a um lado só.

Já parou para reparar nas cédulas, aquelas imagens de animais atrás? Já parou para pensar como devem ser bonitos os originais? Ah, é verdade, estão morrendo, o homem está matando tudinho, destruindo, acabando, “êta lasqueira”… Mas eles existem ainda!!!

Na cédula de um real (que, por sinal, já está em desuso), tinha um beija-flor. Fim de semana passado havia dois deles brigando lá em casa… Ou estavam brincando? Não sei: eles cantavam alto e voavam perto… Eu posso escolher um meio de interpretar isso.

Eu posso escolher.

🙂

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