Mar calmo (Goethe, J.)

18 04 2010

“Tranqüilo, o mar não canta nem odeia.

O nauta, imerso noutro mar de mágoas,

Os olhos tristes e úmidos passeia

Pela tranqüila quietação das águas.

A onda, que dorme quieta, não espuma;

O astro, que sonha plácido, não canta;

E em todo o vasto mar, em parte alguma

A mais pequena vaga se levanta.”

Tradução de Francisca Júlia. Meeresstile, 1795.

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