Recife de outubro (Joaquim Cardozo)

1 01 2011

 

“(…)

Toda a cidade, eu vejo, está transfigurada:

É um campo desolado, negro, enorme,

Onde rasteja ainda

O último rumor de uma batalha;

E a massa negra dos edifícios,

As torres agudas recortando o azul sombrio,

Cadáveres revoltos, remexidos,

Com os braços mutilados

Erguidos para o céu.

Ó minha triste e materna e noturna cidade

Reflete na minha alma rude e amargurada

O teu fervor católico, o teu destino, o teu heroísmo.”

 

 

A cidade mudou e continua paradoxalmente apaixonante…

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